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  09/04/2015 às 14h56

Muito prazer, eu sou Almir Sater. Verdades, curiosidades e mitos deste exímio violeiro


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Muito prazer, eu sou Almir Sater. Verdades, curiosidades e mitos deste exímio violeiro

Almir Eduardo Melke Sater, ou simplesmente Almir Sater, nasceu em Campo Grande em 14 de Novembro de 1956. Violeiro, compositor, cantor e instrumentista brasileiro, Almir mantém carreira solo desde o início de sua trajetória. Em 1981, gravou seu primeiro disco e nunca fez parte de nenhuma dupla. Isso só existiu no personagem de novela, feito em 1996, da qual reprisam novamente.

Almir Sater tornou-se um dos responsáveis pela valoração da viola de 10 cordas, agregando, um toque mais sofisticado ao instrumento, estilos como blues e rock, embalados pela pegada do folk .

O cantor mantém uma carreira sólida, com mais de 30 anos na estrada, com banda própria, músicos renomados e cerca de mais de 100 shows anuais, por diversos estados, capitais e cidades do interior.

Almir é um dos artistas mais requisitados para eventos corporativos, públicos e culturais, entre eles, feiras de livros.

Em 2010, esteve na 6º Salão do Livro em Palmas - TO. O evento contou com a presença de outros artistas e intelectuais, entre eles, a filósofa Viviane Mosé.

Em 2011 esteve na 6ª Feira do Livro em São Joaquim da Barra/SP. Quando perguntado sobre a importância deste movimento em prol da Leitura, o artista foi enfático na resposta:

“Um público que vêm a uma feira de livros é um público especial. Uma cidade que prestigia o livro é uma cidade especial”.

Quando assunto é a música e a diferença entre ser músico e cantor, Almir faz questão de ser categórico:

“Ser músico é igual a ser padre, entendeu? Tem que ter vocação. Não é fácil. Ela é glamourosa quando dá tudo certo sabe, mas existe muito mais e muito menos espaço para absorver o músico do que a quantidade de músico que aparece. Então se você quiser ser um músico, que você tenha talento, tenha dom, que você estude, se dedique, porque o cantor pode vir pronto, pode ser um dom de Deus, mas o músico jamais. O músico tem que estudar, então se você tiver disposição dedicar horas, dias, meses, anos a esse estudo, você pode se sobressair como músico e músico que não sobressai difícil, porque na música não tem meio termo- ou você toca bem ou não toca.”

Almir Sater foi apontado pela Revista “Rolling Stone Brasil” entre os 30 maiores ícones brasileiros da guitarra e do violão na edição de 2012. Com estilo próprio e voltado mais para o experimentalismo, sua música é descrita como folk (uma mistura de música folclórica, erudita e popular), agrega uma sonoridade tipicamente caipira da viola de 10 cordas, do folk norte-americano, irlandês e influências da música inglesa e das fronteiriças com seu estado, a paraguaia e andina, e os ritmos regionais como guarânias, polcas e chamamés.

“Caipira, folk, sertanejo, tanto faz. Tem gente que faz som, tem gente que faz arte. Gosto dos últimos”. — Almir Sater.

Fonte: Loira do Bem
Foto: Cristiane Nogueira

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