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  13/03/2020 às 11h19

K Entre Nós | Vícios, você pode ter


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K Entre Nós | Vícios, você pode ter

Vício, você pode ter e nem se deu conta!

Não é incomum ouvirmos alguém utilizar a palavra vício como figura de linguagem, exemplo: nossa, viciei nessa música que toca na fm super! Mas você sabe realmente o que é ser ou estar viciado?

Antes de falarmos do vício propriamente dito, é importante falarmos de compulsões e impulsões. Ambos se tratam de atitudes repetitivas feitas com alguma finalidade, como por exemplo, comer algo que faz mal ou lavar as mãos repetidamente. A diferença é que a impulsão tem como finalidade um prazer imediato e a compulsão o afastamento de um sofrimento.

Exemplo de Comportamento Impulsivo: comer somente para saciar uma vontade. Exemplo de uma compulsão: comer porque está triste.

Acontece que os comportamentos compulsivos são muito perigosos e são eles os principais responsáveis pelos vícios. Ou seja, um vício não começa como um vício, pode começar por uma diversão, depois passa a ser fator de afastamento de algum sofrimento ou mal estar e por fim a pessoa se vê refém daquele comportamento.

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No vício o corpo e/ou a mente da pessoa tem real necessidade daquele comportamento, caso contrário entra em desconforto insuportável e até em adoecimento. E cada vez que o comportamento é adotado, mais o cérebro acostuma aquela boa sensação e mais ele pede! O famoso ciclo vicioso.

Muita gente já pensa em cigarro, álcool, dorgas etc. Mas quer um exemplo simples de vício? Celular! Quanto mais a gente acessa mais mini recompensas ele nos dá e quando percebemos, passamos a maior parte do dia olhando para ele. E a consequência disso? Saberemos melhor daqui alguns anos, mas já podemos observar muitos problemas de atenção, acidentes, pessoas que entram em desespero ao ficar sem bateria.

Todo vício tem tratamento! Principalmente psicoterapêutico! Os vícios podem roubar tempos preciosos de vida, de saúde e até de convivência pessoal. Esteja sempre atento e evite acostumar a sua mente com o que quer que seja! Varie atividades gostos e comportamentos, agindo assim você diminui a chance de se perceber viciado em alguma coisa.

Um abraço e até o próximo K entre nós.

Marcelle Paganini

Psicóloga e Sexóloga

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